Densificação óssea exige protocolo, não improviso
Instrumentais de densificação podem contribuir para a preparação do leito, mas o resultado depende de diagnóstico, anatomia, irrigação, sequência e controle de torque.
Comece pelo diagnóstico
A avaliação tridimensional orienta a escolha do diâmetro, comprimento e trajetória. Qualquer protocolo deve respeitar a disponibilidade óssea e as estruturas anatômicas de risco.
Sequência e controle
O profissional deve seguir a sequência indicada para o sistema, controlar velocidade, pressão e irrigação e interromper o preparo para verificar o leito quando necessário. A estabilidade primária não deve ser perseguida em detrimento da posição protética.
Indicação individualizada
O mesmo instrumento pode se comportar de forma diferente conforme densidade, espessura cortical e objetivo restaurador. Documentar a escolha e o torque facilita o acompanhamento e a comunicação com o laboratório.
Previsibilidade é um processo
Densificação é uma ferramenta dentro de um planejamento maior. Consulte as instruções oficiais do fabricante e conte com suporte técnico para confirmar componentes e instrumentais compatíveis.
